Comunicado
Excerto do comunicado do PSD - Guarda
Mas, nos dias que correm, parecem existir novos “grupos” noutras áreas. De facto, o PSD tem que realçar a forma como correu o “Julgamento do Galo” pois nos canais televisivos a Guarda ficou a ganhar. Questionamo-nos: a que preço?
Sabe-se que o grupo Todos à Roda apresentou um projecto, mas não ganhou a realização do evento. O grupo não teve, no entanto, possibilidade de negociar uma vez que rapidamente esse trabalho foi entregue à Culturguarda. O preço acordado foram os vinte e cinco mil Euros mais IVA, mas a despesa da CMG não ficava por aí, porque os funcionários da Câmara ajudaram à concretização do espectáculo. Porque razão essas despesas não foram incluídas no orçamento, ficando assim a empresa municipal em clara vantagem sobre o grupo que teve a ideia.
É notória a vontade que a Câmara Municipal da Guarda tem em financiar o TMG, dando-lhe cada vez mais poderes, sem os saber gerir em prol da cidade. Grupos culturais são ignorados, menosprezados com o objectivo claro de os aniquilar ficando assim, o TMG, rei e senhor de verbas oriundas da CM. que parecem não esgotar.
A contratação, por parte da Culturguarda, de grupos e actores fora da Guarda é a prova do que foi referido anteriormente. Os grupos da cidade são relegados para segundo plano, grupos estes que, não fazendo vida da actividade cultural, conseguem prestações que em nada ficam atrás dos que não sabem fazer outra coisa.
Deve por isso a Câmara Municipal tratar todos os seus munícipes de forma igual, olhando para as necessidades que apresentam com o objectivo de as resolver.
Sabe-se que o grupo Todos à Roda apresentou um projecto, mas não ganhou a realização do evento. O grupo não teve, no entanto, possibilidade de negociar uma vez que rapidamente esse trabalho foi entregue à Culturguarda. O preço acordado foram os vinte e cinco mil Euros mais IVA, mas a despesa da CMG não ficava por aí, porque os funcionários da Câmara ajudaram à concretização do espectáculo. Porque razão essas despesas não foram incluídas no orçamento, ficando assim a empresa municipal em clara vantagem sobre o grupo que teve a ideia.
É notória a vontade que a Câmara Municipal da Guarda tem em financiar o TMG, dando-lhe cada vez mais poderes, sem os saber gerir em prol da cidade. Grupos culturais são ignorados, menosprezados com o objectivo claro de os aniquilar ficando assim, o TMG, rei e senhor de verbas oriundas da CM. que parecem não esgotar.
A contratação, por parte da Culturguarda, de grupos e actores fora da Guarda é a prova do que foi referido anteriormente. Os grupos da cidade são relegados para segundo plano, grupos estes que, não fazendo vida da actividade cultural, conseguem prestações que em nada ficam atrás dos que não sabem fazer outra coisa.
Deve por isso a Câmara Municipal tratar todos os seus munícipes de forma igual, olhando para as necessidades que apresentam com o objectivo de as resolver.
