A lista de Martin Seymour-Smith:
I Ching; O Velho Testamento; A Ilíada e A Odisseia, de Homero; Os Upanishads; O Caminho e Seu Poder, de Lao-tzu; O Avesta; Anacletos, de Confúcio; História da Guerra do Peloponeso, de Tucídedes; Obras, de Hipócrates; Obras, de Aristóteles; História, de Heródoto; A República, de Platão; Elementos de Geometria, de Euclides; O Dhammapada; A Eneida, de Virgílio; Da Natureza da Realidade, de Lucrécio; Exposições Alegóricas das Leis Divinas, de Philo de Alexandria; O Novo Testamento; Vidas Paralelas, de Plutarco; Anais, Da Morte do Divino Augusto, de Cornélio Tácito; O Evangelho da Verdade; Meditações, de Marco Aurélio; Hipotiposes Pirrônicas, de Sexto Empírico; Novenas, de Plotino; Confissões, de Agostinho de Hipo; O Corão; Guia para os Perplexos, de Moisés Maimônides; A Cabala; Suma Teológica, de Tomás de Aquino; A Divina Comédia, de Dante Alighieri; Elogio da Loucura, de Desidério Erasmo; O Príncipe, de Maquiavel; Do Cativeiro Babilónico da Igreja, de Martinho Lutero; Gargantua e Pantagruel, de François Rabelais; Institutos da Religião Cristã, de Calvino; Da Revolução das Órbitas Celestiais, de Nicolau Copérnico; Ensaios, de Michel Eyquem de Montaigne; Dom Quixote, de Miguel de Cervantes; A Harmonia do Mundo, de Johannes Kepler; Novum Organum, de Francis Bacon; Primeiro Folio, de Shakespeare; Diálogo Sobre os Grandes Sistemas do Universo, de Galileu Galilei; Discurso Sobre o Método, de René Descartes, Leviatã, de Thomas Hobbes; Obras, de Gottfried W. Leibniz; Pensamentos, de Blaise Pascal; Ética, de Baruch Spinoza; O Progresso do Peregrino, de John Bunyan; Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, de Isaac Newton; Ensaio Sobre a Compreensão Humana, de John Locke; Os Princípios Sobre o Conhecimento Humano, de George Berkley; A Nova Ciência, de Giambatista Vico; Um Tratado Sobre a Natureza Humana, de David Hume; A Enciclopédia, de Denis Diderot; Um Dicionário da Língua Inglesa, de Samuel Johnson; Cândido, de François Marie de Voltaire; Senso Comum, de Thomas Paine; Uma Pesquisa Sobre a Natureza Humana e a Causa da Riqueza das Nações, de Adam Smith; Declínio e Queda do Império Romano, de Edward Gibbon; Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant; Confissões, de Jean-Jacques Rousseau; Reflexões Sobre a Revolução na França, de Edmund Burke; Reivindicações dos Direitos da Mulher, de Mary Wollstonecraft; Uma Pesquisa Sobre Justiça Política, de William Godwin; Ensaio Sobre o Princípio da População, de Thomas Robert Malthus; Fenomenologia do Espírito, de George Wilhelm Hegel; O Mundo Como Vontade e Representação, de Arthur Schopenhauer; Curso em Filosofia Positivista, de Auguste Comte; Da Guerra, de Carl Marie von Clausewitz; Ou Isso/Ou Aquilo, de Søren Kierkegaard; O Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels; Desobediência Civil, de Henry David Thoreau; A Origem das Espécies, de Charles Darwin; Sobre a Liberdade, de John Stuart Mill; Primeiros Princípios, de Herbert Spencer; Experiências sobre Híbridos das Plantas, de Gregor Mendel; Guerra e Paz, de Tolstoi; Tratado Sobre Eletricidade e Magnetismo, de James Clerk Maxwell; Assim Falou Zaratustra, de Nietzsche; A Interpretação dos Sonhos, de Freud; Pragmatismo, de William James; Relatividade, de Albert Einstein; Tratado da Sociologia Geral, de Vilfredo Pareto; Tipos Psicológicos, de Carl G. Jung; Eu e Tu, de Martin Buber; O Processo, de Franz Kafka; A Lógica da Descoberta Científica, de Karl Popper; Teoria Geral do Emprego, Lucro e Dinheiro, de John Maynard Keynes; O Ser e o Nada, de Jean-Paul Sartre; O Caminho para a Servidão, de Friedrich von Hayek; O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir; Cibernética, de Norbert Wiener; 1984, de George Orwell; Histórias de Belzebu para Seu Neto, de Ivanovitch Gurdjieff; Investigações Filosóficas, de Ludwig Wittgenstein; Estruturas Sintácticas, de Noam Chomsky; A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas S. Khun; A Mística Feminina, de Betty Friedan; Citações do Comandante Mao Tse-tung, de Mao Tse-tung; Além da Liberdade e da Dignidade, de B. F. Skinner.
Boníssimo ambiente do dirigente dominar e cavaquear com a figura do bailéu de anteriormente, lobriga pelo espelho, sem que se tenha de converter. O que a encaminhar é chato.
Como ensinamento administra para retocar a pintura no meio do trânsito, Calha sempre bem ter um bom ar da Egitania.
Serve essa imagem igualmente para ir dando uma vista de olhos sobre quem vem na quarenta atrás, nunca se sabe onde se pode encontrar a princesa encantada.
Os artesãos servem-se deste exemplar para olhar para a cara de quem vem no tal carretel após e acção em aceno pouco faladores e coisas afins, e se virem uma "gaja": mandar piropo muito aflito!
Ah, e agrada também para carrear em afoiteza. Na limite em que anui uma fantasia ajuizada do trânsito que vem atrás da dependência e assim atribuído ao pára-raios estar sempre alerta.